O número de fundos imobiliários (FIIs) vem crescendo, o que significa mais oportunidades para diversificação das carteiras para os investidores brasileiros.
Dentre os lançamentos e os produtos já disponíveis em bolsa estão: os fundos de papel, os fundos de tijolo e os fundos híbridos. Embora sejam FIIs, eles têm características próprias.
Então, a 2INVESTE te explica agora!
E dá também algumas dicas para você analisar fundos imobiliários!
O que são os fundos de tijolo?
Como o nome sugere, os FIIs de “tijolo” investem o patrimônio diretamente em imóveis “físicos”.
Esse fundo pode destinar seus recursos para espaços comerciais, galpões logísticos e industriais e até imóveis residenciais, apesar destes últimos ainda serem menos comuns. Além disso, o imóvel pode estar localizado em zonas urbanas e até rurais.
Esses FIIs são senso comum para investidores. Afinal esse tipo de FII lucra com a locação dos imóveis. Essa receita do aluguel do ativo imobiliário faz parte do patrimônio do condomínio, sendo distribuída aos cotistas em forma de dividendos. Há ainda os FIIs de tijolo com foco em desenvolvimento de empreendimentos para venda.
Os fundos de tijolo normalmente investem uma categoria do setor imobiliário. Confira abaixo as principais classificações:
· Lajes corporativas → São os mais comuns do mercado e podem ser traduzidas para escritórios. O fundo constrói ou até compra um imóvel para alugá-lo a empresas. Fatores como localização e qualidade do espaço devem ser considerados.
· Shopping → Esses fundos ganham rentabilidade com o aluguel de lojistas em shopping center. A alternância de inquilinos e a vacância são os principais riscos a serem observados nesses produtos.
· Galpões logísticos → Voltados para armazenagem, esses imóveis são mais voltados a grandes varejistas. Esse segmento atende diversos tipos de empresas que precisam de espaços para estocar mercadorias, incluindo e-commerce.
· Hospitais → Como o próprio nome diz são imóveis locados para hospitais e serviços de saúde. Ou seja, os contratos tendem a ser mais longos.
· Hotelaria → Esse investimento é voltado para compra de quartos em hotéis ou flats. O perfil e o potencial do local devem ser considerados.
· Residenciais → Esses fundos alugam e vendem imóveis, podendo aportar investimentos na reforma dos espaços. Logo, é possível aumentar seus ganhos. Os pontos de atenção são rotatividade, possibilidade de vacância e inadimplência.
· Agências bancárias → Os condomínios ganham retornos com aluguéis de espaços para bancos.
· Educação → Aqui, os imóveis são voltados para instituições de educação, como escolas ou universidades. Contudo, esse modelo vem sendo desafiado com o avanço do ensino à distância (EAD).
O que são os fundos de papel?
Diferentemente dos FIIs de tijolos, os fundos de papéis não contam com imóveis em seu patrimônio
Também conhecidos como fundos de recebíveis, esses tipos de fundo imobiliários têm em seu portfólio tpitulos crédito imobiliário, emitidos por instituições financeiras.
São exemplos desses papéis: as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs); os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e as Letras Hipotecárias (LHs).
O que são FIIs híbridos?
São FIIs que possuem em suas carteiras tanto imóveis físicos quanto recebíveis imobiliários. Portanto, um mix das categorias de tijolo e papel.
Como analisar FIIs?
A 2INVESTE possui uma série de funcionalidades que te ajudam a analisar FIIs:
- Comparador de ativos: Você pode comparar FIIs entre si e com índices de referência, avaliando retornos em diversos períodos, volatilidade, índice de Sharpe, número de dias com desempenho positivo ou negativo e outras informações relevantes. Com essa ferramenta, você também fica por dentro dos ativos que compõem as carteiras dos fundos.
- Benchmarks variados: Temos índices de referência diferenciados para comparações adequadas: IFIX Tijolo, IFIX Lajes, IFIX Logística, IFIX Rural, IFIX Shopping eI FIX Papel.
- Snapshot de fundos: Relatórios rápidos com informações essenciais de cada produto como:
· Gestora
· Gestor responsável
· Administradora
· Público-alvo
· Benchmark
· Aplicação mínima
· Taxas de administração